
Se cuidar de um cachorro, um gato ou um peixe dá trabalho, imagine como seria ter um pinguim de estimação, como no livro Os Pinguins do Sr. Popper!
Além de carinho, um pinguim também precisa morar em uma geladeira com furos (para entrar ar fresco), comer camarão enlatado e peixe vivo (que custam muito caro) e ter companhia de outros pinguins (senão ele fica triste).
O Sr. Popper nem sonhava com a trabalheira que teria quando, de uma hora para outra, chegou uma encomenda vinda do Polo Sul: um pinguim de verdade.
Depois de se acostumar com o novo lar, o Capitão Cook (o nome que o pinguim ganhou) passou a andar tristinho pelos cantos. O Sr. Popper resolveu a situação arranjando uma companheira para o Cook: a Greta.
O resultado da união do casal foi o nascimento de 10 filhotes de pinguim. Toda a família teve de se adaptar aos novos bichos de estimação, e ninguém reclamava muito disso – quer dizer, ninguém exceto a Senhora Popper, que tinha de arrumar toda a bagunça no final.
Se você está achando esta história muito familiar, é isso mesmo: o livro, publicado em 1938, foi adaptado para o cinema. O Sr. Popper é interpretado pelo Jim Carrey, aquele ator das caretas engraçadas. O filme – que se chama Os Pinguins do Papai - esteve em cartaz nos cinemas em julho deste ano.
E se você não achou a história familiar, o trailer do filme é este aqui:
Agora, uma dica: leia o livro antes de assistir a história. Quando terminar de ver, você vai saber que partes do filme são iguaizinhas ao livro e que partes foram criadas pelo diretor.

Os Pinguins do Sr. Popper
Autores: Richard e Florence Atwater
Ilustrador: Robert Lawson
Editora: Intrínseca
Páginas: 144
Autores: Richard e Florence Atwater
Ilustrador: Robert Lawson
Editora: Intrínseca
Páginas: 144
Coincidência. Estou lendo
Vi esse filme aí: "O tempo que resta". Mostra o passar do tempo em Israel, as guerras e tudo. E mostra que, como qualquer lugar do mundo, Israel também sofreu influências de culturas de fora.
Personagens:
Ontem, acordei com vontade de comida japonesa. Como o único restaurante japonês que existia ali por perto de onde eu estava era o Gendai, resolvi ir lá.
O de shimeji veio gelado e agridoce. Completamente fora das minhas expectativas. O viscoso molho agridoce anulou todo o sabor do shimeji. E, convenhamos, não entendo o motivo de colocar cream cheese em temaki. Fica pastoso, melequento. Nojento.