Sábado, Setembro 27, 2008

Je suis... hum

  • Ando comendo mais sanduíches do que o normal. Será que conseguirei atingir a cota para o resto da vida, para nunca mais precisar comer, como eu já fiz com manga, ovo e comida chinesa? Acho que não. Acabei de pedir comida chinesa.

  • Hoje tem Skol Beats. E eu vou. Sempre quis ir. Hoje estou com dor de garganta.

  • É, gritei demais ontem. Estava frio. Aquele bar que não tem acústica e bebidas exóticas ruins.

  • Estou assistindo a primeira temporada de Lost. Depois que a modinha passou. Assuntos televisivos sempre chegam muito tarde para mim. Não sei quais são as novelas que estão passando e muito menos quais são as invenções que fizeram nas aberturas de cada uma delas. Não me interessa mais. Mas quero saber qual é a desse Lost aí.

  • Terminei de ler o Bernardo Carvalho. Não gostei. Não é mais o meu escritor nacional preferido. Não sei quem é. Acho que vou voltar para o Ubaldo Ribeiro, o de antigamente.

  • Agora estou lendo um do Ítalo Calvino. E detestando também. Cultezinho copiado, fórmula pronta e besta. Não quero nem saber o que os outros falam dele.

  • Como será que vai ficar a foto do meu crachá novo? Tomara que não cortem minhas orelhas.

  • Tenho de dormir mais.
  • Sexta-feira, Setembro 19, 2008

    Nove Noites

    Eu ia contar uma história que aconteceu estes dias no café, mas melhor não.

    Vou falar de outra coisa. Deixa eu ver...

    Sobre o livro que estou lendo

    Isso, este tema não machuca ninguém, não envolve ninguém. Mas uma livrada na cabeça bem que pode fazer sair sanguinho.

    O livro chama-se Nove Noites, como você pode ver (e comprar) no link aí do lado.

    É do Bernardo Carvalho, meu atual brasileiro contemporâneo preferido.

    Conta a história de um antropólogo norte-americano que veio ao Brasil estudar os índios Krahô. Só que ele se mata depois de uns meses convivendo com o pessoal no meio do mato. Razões desconhecidas.

    Assim como todos os livros do Bernardo Carvalho que já li, há mistério, histórias mal contadas, gente de fora do Brasil, mas que tem relações com o Brasil, e uma grande revelação no final da história.

    Ainda não cheguei ao final, mas parece que vem bomba aí. Ou você acha que as razões vão ficar assim, desconhecidas, para sempre?

    Só que já estou começando a enjoar do Carvalho. O principal motivo é este: ele usa sempre a mesma fórmula para escrever uma história. Claro que a maioria dos escritores são assim. Trata-se de estilo, e é bom mesmo que o autor tenha. Quem leu Saramago uma vez já fica sabendo qual é o estilo dele. Quem leu só um livro de García Márquez e Ubaldo Ribeiro e Paulo Coelho também já conhece um pouquinho do estilo de cada um. E este estilo, é claro, repete-se.

    Alguém sabe de um escritor que mude seu estilo a cada lançamento? Não estou lembrada...

    Acho que fui boazinha demais. Estilo é muito menos do que isso. Repetição de fórmulas de histórias é mais falta de imaginação do que excesso de estilo.

    Uma coisa do livro que achei interessante, até uma coincidência, são as partes em que ele fala de Goiânia, que é uma passagem para a Amazônia, e dos índios Krahô. Talvez eu nunca teria ouvido falar neles antes se não tivesse feito faculdade de jornalismo na Facomb.

    Um professor da minha faculdade leva os alunos para fazer integração tecnológica com os índios Krahô. Eu nunca fui. Mas quem foi voltou urucunzado. Deve ser legal, mas acho que, se houvesse outra oportunidade, não faria muita questão de ir.

    Pior é que o livro já está há uns nove meses na minha mão. Não consigo terminar. Não porque está ruim, é que agora tenho internet em casa. E tem tanta coisa em cima do meu sofá que meu canto de leitura preferido está interditado.

    Quarta-feira, Setembro 10, 2008

    O que faltou para o mundo acabar hoje

    Acabei de chegar da aula de francês. Hoje a gente aprendeu a dizer os números de 71 ao infinito.

    Os franceses são tão complicados que um colega de turma, que saca das coisas, comentou que "só podem ter deixado de tomar banho para ficar fazendo conta".

    E o que eu sempre digo é: para quê complicar a vida se ela é tão simples? Detesto gente fedida.

    Cabum
    Cadê o fim do mundo? Estes cientistas do LHC são muito capengas mesmo. Constróem uma máquina que pode acabar com a vida humana e o troço não deu nem uma tremidinha nos eixos do planeta. Ai, como tem gente incompetente!

    Pior é que deve ter um bando de cientista francês envolvido na criação deste trem. Os caras, que desde criança, aprendem a falar os números só depois de fazerem as contas, não conseguiram fazer uma fórmula matemática de como acabar com o mundo.

    Quer dizer, eles até podem ter feito tudo lindo. Vai lendo aí minha teoria de porque o mundo não acabou hoje.

    Resto da minha teoria
    (é um tanto complicada, mas faça um esforço, relaxe e abra sua mente)
    Sim, os franceses fizeram cálculos perfeitos. Só que tinha gente de outros países. Foi uma ação global de cientistas em prol do fim do mundo. Então fico pensando que, enquanto os franceses faziam suas super contas, suavam muito, fediam mais ainda e os cientistas de outros países não conseguiram concentrar. E como tudo na vida não é feito apenas de matemática, a maquininha aceleradora ficou cheia de problemas. Inclusive de instalação de parafusos.

    Sabe o que faltou pro mundo acabar hoje? Mais perfume. C'est fini.

    Terça-feira, Setembro 09, 2008

    É o fim

    O mundo vai acabar nesta quarta-feira. Quarta-feira começa daqui a 10 minutos. E eu estou na frente do computador?

    Dá licença que vou passar a virada do último dia de todos os seres vivos terrestres tomando um banho.

    Ah, e porque eu tenho tanta certeza? Leia aqui.

    Sexta-feira, Setembro 05, 2008

    Novidades

    Isso vai passar. Eu vou parar de ser tão relapsa e mal educada com meu blog. Vou começar a postar com mais frequência. É porque tenho um monte de histórias para contar e uma delas envolve minha promessa de atualização frequente do meu blog. Vai lendo aí, vai:

    Na mesma empresa, com um emprego diferente
    De novo! Estou feliz pela terceira vez, estou três vezes mais feliz!

    De celular novo
    Porque o velho foi roubado. Agora pergunto: por que alguém roubaria um celular que, em 2004, custou R$ 100, e hoje deve custar R$ 20? Não dá para entender.

    Pode parecer patricinesco, mas eu estava mesmo precisando mudar de aparelho. Tava velhinho e a bateria começava a capengar.

    Hoje comprei outro. O número continua o mesmo. Só que o novo é mais legal, mais fino e tem câmera e bluetooth. Só que também foi barato. Não vou dizer o preço, mas acho que os ladrões deveriam ser mais ambiciosos. Celulares são muito baratos.

    De telefone fixo
    Depois de ser roubada, no dia seguinte, sem celular, sem meu despertador, sem lembrar os números de telefone de ninguém, porque todos estavam na agenda do meu celular-sabonete (tão bonitinho, que pena, foi-se para sempre), resolvi que compraria uma linha fixa. E foi o que fiz. Agora tenho telefone fixo. Agora não, a partir da semana que vem, quando o instalador de telefones fixos vai na minha casa instalar meu telefone fixo.

    De casa internética
    Junto ao telefone fixo, veio uma assinatura de Internet. Nada grandioso, nada rápido, mas agora terei Internet na minha casa. Perfeito.