TPM.
Eu nem estava lembrando dessa maldita condição feminina. Mas a Lilian me deu a luz.
Droga. E eu pensei que fosse durar para sempre.
Terça-feira, Agosto 26, 2008
Eu joguei aí, agora você lê
Sim, eu faço francês só porque eu acho bonito.
Minha chefe do freela disse que quase teve a chance de fazer sexo em francês. Putz, como perde uma chance destas?
Ah não, eu não quero fazer francês só para fazer sexo. Seria muita taradice pagar vários euros por mês só por causa disso. Mas, claro, não desconsidero a possibilidade.
Hoje é terça-feira, depois de quatro dias de folga, se eu não contar o final de semana freelancer. Preciso de massagem na nuca.
Muita falta de paciência. Para dizer a verdade estou com muita falta de muita coisa. DROGA.
Então resolvi descontar tudo no trabalho. E hoje eu resolvi muita coisa. No meu trabalho, não falta muita coisa.
Então resolvi ouvir música. Mas não qualquer música. As que a Paula me deu de presente de aniversário. E está melhorando muito meu humor. Ou piorando. Bom, tem horas que eu prefiro que meu humor piore.
Assisti "O Diabo Veste Prada" neste final de semana. Me identifiquei. Não com o diabo, mas com a mocinha. Ah, e boa parte das músicas da Paula dedicadas à mim estão no filme.
Pensa bem: saí do interior, fui pra cidade grande morar com o namorado. Arrumo um super trabalho legal, me mato de tanto trabalhar, minha vida pessoal fica por aí, jogada, não falo com meus pais, sem tempo para nada. Mas foi o que eu escolhi. E tô bem. Melhor do que a mocinha.
Só não tive um final como o do filme. Até porque agora estou na mesma empresa, mas com um emprego diferente. Que também exige muito. Mas minha vida pessoal não existe mais. Ponto para mim. Ou para meu emprego. E tô bem. Melhor do que a mocinha.
A única coisa diferente do filme é que ainda não consegui fazer sexo em Paris. Deixa eu terminar meu curso de francês, deixa. Ai ai, City of Blinding Lights...
Hoje eu tô punk. Mas só até esta música acabar. Ou não.
Minha chefe do freela disse que quase teve a chance de fazer sexo em francês. Putz, como perde uma chance destas?
Ah não, eu não quero fazer francês só para fazer sexo. Seria muita taradice pagar vários euros por mês só por causa disso. Mas, claro, não desconsidero a possibilidade.
Hoje é terça-feira, depois de quatro dias de folga, se eu não contar o final de semana freelancer. Preciso de massagem na nuca.
Muita falta de paciência. Para dizer a verdade estou com muita falta de muita coisa. DROGA.
Então resolvi descontar tudo no trabalho. E hoje eu resolvi muita coisa. No meu trabalho, não falta muita coisa.
Então resolvi ouvir música. Mas não qualquer música. As que a Paula me deu de presente de aniversário. E está melhorando muito meu humor. Ou piorando. Bom, tem horas que eu prefiro que meu humor piore.
Assisti "O Diabo Veste Prada" neste final de semana. Me identifiquei. Não com o diabo, mas com a mocinha. Ah, e boa parte das músicas da Paula dedicadas à mim estão no filme.
Pensa bem: saí do interior, fui pra cidade grande morar com o namorado. Arrumo um super trabalho legal, me mato de tanto trabalhar, minha vida pessoal fica por aí, jogada, não falo com meus pais, sem tempo para nada. Mas foi o que eu escolhi. E tô bem. Melhor do que a mocinha.
Só não tive um final como o do filme. Até porque agora estou na mesma empresa, mas com um emprego diferente. Que também exige muito. Mas minha vida pessoal não existe mais. Ponto para mim. Ou para meu emprego. E tô bem. Melhor do que a mocinha.
A única coisa diferente do filme é que ainda não consegui fazer sexo em Paris. Deixa eu terminar meu curso de francês, deixa. Ai ai, City of Blinding Lights...
Hoje eu tô punk. Mas só até esta música acabar. Ou não.
Sexta-feira, Agosto 22, 2008
Eu estou folgada
Acordei tarde hoje, bem tarde mesmo. Ótimo fazer estas coisas quando estou de folga.
Hoje terei um dia realmente folgado: vou arrumar mais uma cortina de miçangas (comprei um milhão de pedrinhas, deve fazer um mês, e ainda não tive tempo para montar), vou passar na biblioteca de pegar um livro emprestado, vou ver se compro um sapato, vou comer no Mc'Donalds só para ganhar o bichinho do Mc Lanche Feliz.
Amanhã tem plantão. Domingo também. Mas segunda-feira tem folga de novo! Aê!
Agora chega de blog. Vou ver se também passo na exposição de cartazes de cinema.
Hoje terei um dia realmente folgado: vou arrumar mais uma cortina de miçangas (comprei um milhão de pedrinhas, deve fazer um mês, e ainda não tive tempo para montar), vou passar na biblioteca de pegar um livro emprestado, vou ver se compro um sapato, vou comer no Mc'Donalds só para ganhar o bichinho do Mc Lanche Feliz.
Amanhã tem plantão. Domingo também. Mas segunda-feira tem folga de novo! Aê!
Agora chega de blog. Vou ver se também passo na exposição de cartazes de cinema.
Quinta-feira, Agosto 21, 2008
Perto, longe, e um trânsito no meio
Mudei meu horário no trabalho para fazer minhas aulas de francês.
Agora saio 18h, enquanto que as aulas começam às 18h50.
E sempre demoro 51 minutos para chegar lá.
O problema é que eu penso que vou demorar só meia hora, 40 minutos. Mas com esse trânsito das 18h, impossível.
Ontem foi assim, fui toda tranquila pensando que daria tempo de chegar em casa, relaxar, pegar os livros, lapiseira, borracha e caderno e só aí ir para o francês, que fica no meu quarteirão.
Não deu. Saí correndo do ônibus lotado e só deu tempo de ir pensando no caminho para o francês (que também é caminho da minha casa): vou agora para lá, mesmo sem o material, ou passo em casa, pego os livros e chego atrasada?
Fui sem os livros mesmo. E ainda cheguei atrasada.
Trânsito. Ele começa a me chatear. Tá aí uma coisa chata em São Paulo.
No intervalo, aproveitei os míseros 10 minutos para ir em casa, relaxar, pegar os livros, lapiseira, borracha e caderno, beber uma água. E deu tempo. Cheguei de volta ao francês e ainda pude conversar (em português, ainda) com minhas colegas de turma. Falei sobre o quão perto moro do curso.
Agora saio 18h, enquanto que as aulas começam às 18h50.
E sempre demoro 51 minutos para chegar lá.
O problema é que eu penso que vou demorar só meia hora, 40 minutos. Mas com esse trânsito das 18h, impossível.
Ontem foi assim, fui toda tranquila pensando que daria tempo de chegar em casa, relaxar, pegar os livros, lapiseira, borracha e caderno e só aí ir para o francês, que fica no meu quarteirão.
Não deu. Saí correndo do ônibus lotado e só deu tempo de ir pensando no caminho para o francês (que também é caminho da minha casa): vou agora para lá, mesmo sem o material, ou passo em casa, pego os livros e chego atrasada?
Fui sem os livros mesmo. E ainda cheguei atrasada.
Trânsito. Ele começa a me chatear. Tá aí uma coisa chata em São Paulo.
No intervalo, aproveitei os míseros 10 minutos para ir em casa, relaxar, pegar os livros, lapiseira, borracha e caderno, beber uma água. E deu tempo. Cheguei de volta ao francês e ainda pude conversar (em português, ainda) com minhas colegas de turma. Falei sobre o quão perto moro do curso.
Quarta-feira, Agosto 20, 2008
Já era. Alívio!
É, não fui à academia ontem. Perdi a vaga por causa da greve dos Correios. O boleto não chegou na minha casa e passaram os dias de pagar.
Mas nem estou brava. Acho até bom. Nem estava indo para a academia, então vou enganar a quem? Melhor não ir de vez. Gasto menos dinheiro.
Vou começar a fazer caminhada e treinar para a prova de revezamento (isso aí, você não leu errado, depois dou mais detalhes) na pracinha do bairro.
Pelo menos eu vejo gente, ando e saio do lugar, não gasto energia elétrica e poluo menos, não fico contando os segundos para acabar a esteira, não tenho de ouvir música chata, não preciso reparar nas pessoas feitas.
Aí eu vou reparar em passarinho, em árvore, em semáforo, em outras pessoas (mas bem rapidamente), em cachorros e em cocôs de cachorros (afinal, não quero pisar em cocô de cachorro), em grama, em estátuas, em carros, em tudo.
Mas nem estou brava. Acho até bom. Nem estava indo para a academia, então vou enganar a quem? Melhor não ir de vez. Gasto menos dinheiro.
Vou começar a fazer caminhada e treinar para a prova de revezamento (isso aí, você não leu errado, depois dou mais detalhes) na pracinha do bairro.
Pelo menos eu vejo gente, ando e saio do lugar, não gasto energia elétrica e poluo menos, não fico contando os segundos para acabar a esteira, não tenho de ouvir música chata, não preciso reparar nas pessoas feitas.
Aí eu vou reparar em passarinho, em árvore, em semáforo, em outras pessoas (mas bem rapidamente), em cachorros e em cocôs de cachorros (afinal, não quero pisar em cocô de cachorro), em grama, em estátuas, em carros, em tudo.
Terça-feira, Agosto 19, 2008
Meu rímel novo
Tenho um rímel novo, vou para a academia daqui a pouco, meu notebook não acessa a Internet. Nem a roubada do vizinho.
Estive muito cansada ontem e domingo, segunda e hoje acordei muito tarde e cheguei atrasada no trabalho.
Quase dormi na aula de francês. Fui de óculos. Sinto-me um ET quando estou de óculos.
Vou ter de comprar um dicionário de francês. E estudar muito em casa. Já percebi que o livro é meio estranho. Ou você aprende à força, ou não aprende. Parece que não tem vocabulário. Puxa, quero aprender como é que se fala cachorro, gato, peixe, mão, perna, cabeça, prato, mesa, cadeira e livro em francês também!
Bom, ainda estou cansada. Mas hoje eu vou à academia. Eu acho. Estou começando a desistir.
Estive muito cansada ontem e domingo, segunda e hoje acordei muito tarde e cheguei atrasada no trabalho.
Quase dormi na aula de francês. Fui de óculos. Sinto-me um ET quando estou de óculos.
Vou ter de comprar um dicionário de francês. E estudar muito em casa. Já percebi que o livro é meio estranho. Ou você aprende à força, ou não aprende. Parece que não tem vocabulário. Puxa, quero aprender como é que se fala cachorro, gato, peixe, mão, perna, cabeça, prato, mesa, cadeira e livro em francês também!
Bom, ainda estou cansada. Mas hoje eu vou à academia. Eu acho. Estou começando a desistir.
Domingo, Agosto 17, 2008
Dancing with Madonna
Não tem graça começar a falar francês se eu não puder cantar em francês.É por isso que fui atrás — mentira, vieram atrás de mim — com milhares de músicas em francês.
Senhoras e senhores, já tenho um preferido. Tudo bem que mistura inglês com francês, mas tá valendo.
Arthur H.
Tem música dele no MySpace também.
Sábado, Agosto 16, 2008
Desorganizada
Minha mesa de trabalho está um lixo. Tem post-it pregado em todos os lugares, recadinho de anônimo que deixaram grudado na geladeira da copa (que é de todos, cuide bem dela) - o recadinho é sacana, destes meninos webs que constituem 75,3% da audiência do blog.
Também tem ímã de tudo quanto é coisa, que eu uso para fixar os papéis.
Tem até um recibo de débito do Burguer King, que a Bárbara pediu para eu pregar aqui para não chamá-la para almoçar lá de novo no mesmo mês. Já passou uns três meses e a gente foi no Burguer King umas 15 vezes, mas tá aqui.
Tem uma garrafa de água que eu nem quero abrir. Deve ter um líquido verde gosmento lá dentro.
Tem um calendário horroroso do China In Box.
Uma caneca vermelha que eu trouxe para comer minha sopa, mas quando fui olhar na geladeira da copa (que é de todos, cuide bem dela), roubaram minha sopa. Então ela fica aqui para alguma emergência. Ela é grandinha, pode servir de penico.
Tem um pote vazio da Bárbara.
Vidro com soro fisiológico.
Tem três garfos e duas facas de plástico dentro do copinho da festa da firma do ano passado.
Uns papéis. Minha agenda.
Uma Hello Kitty, um Wall-E e o Panda do Kung Fu Panda.
E um lápis roxo.
Estes dias admiti: sou mesmo desorganizada. Mas pelo menos eu organizo o que deve ser organizado.
Também tem ímã de tudo quanto é coisa, que eu uso para fixar os papéis.
Tem até um recibo de débito do Burguer King, que a Bárbara pediu para eu pregar aqui para não chamá-la para almoçar lá de novo no mesmo mês. Já passou uns três meses e a gente foi no Burguer King umas 15 vezes, mas tá aqui.
Tem uma garrafa de água que eu nem quero abrir. Deve ter um líquido verde gosmento lá dentro.
Tem um calendário horroroso do China In Box.
Uma caneca vermelha que eu trouxe para comer minha sopa, mas quando fui olhar na geladeira da copa (que é de todos, cuide bem dela), roubaram minha sopa. Então ela fica aqui para alguma emergência. Ela é grandinha, pode servir de penico.
Tem um pote vazio da Bárbara.
Vidro com soro fisiológico.
Tem três garfos e duas facas de plástico dentro do copinho da festa da firma do ano passado.
Uns papéis. Minha agenda.
Uma Hello Kitty, um Wall-E e o Panda do Kung Fu Panda.
E um lápis roxo.
Estes dias admiti: sou mesmo desorganizada. Mas pelo menos eu organizo o que deve ser organizado.
Sexta-feira, Agosto 15, 2008
Plantón
Fim de semana chegando. E o plantão também.
(Agora os títulos dos meus posts são em francês, haha)
(Agora os títulos dos meus posts são em francês, haha)
Quarta-feira, Agosto 13, 2008
Terça-feira, Agosto 12, 2008
Aula #1
Ontem foi minha primeira aula de francês e eu estava me coçando para postar aqui sobre.
Cheguei atrasada por causa do trânsito. Quando entrei na sala de aula, sete alunos e um professor baixinho.
Putz, acho que não posso falar mais do que isso. Eles sabem meu nome completo, se derem um Google acham meu blog fácil, fácil.
Pois vou falar da aula. Gostei, mas boiei muito! Aprendi um frase obscena. Mas eu nem lembro mais.
Parecia uma turma de jardim de infância. Aprendendo a soletrar o alfabeto, foi engraçado. Começo de curso de línguas é assim mesmo, paciência.
Também aprendemos a cantar — quer dizer, ouvir — uma música. O professor, moderno, pegou o clipe no YouTube e passou para a gente ver. Achei engraçado.
É a história de uma menina chamada Lolita que deixa o namorado no meio do mato, pega um dinheirinho dele, dá um perdido no cara, foge com uma menina de oito anos, passa batom, vai para a balada de ônibus com a menininha e o namoradinho ainda vai atrás dela. Bizarro! Dá o play aí, é música francesa, mas é dançante!
Cheguei atrasada por causa do trânsito. Quando entrei na sala de aula, sete alunos e um professor baixinho.
Putz, acho que não posso falar mais do que isso. Eles sabem meu nome completo, se derem um Google acham meu blog fácil, fácil.
Pois vou falar da aula. Gostei, mas boiei muito! Aprendi um frase obscena. Mas eu nem lembro mais.
Parecia uma turma de jardim de infância. Aprendendo a soletrar o alfabeto, foi engraçado. Começo de curso de línguas é assim mesmo, paciência.
Também aprendemos a cantar — quer dizer, ouvir — uma música. O professor, moderno, pegou o clipe no YouTube e passou para a gente ver. Achei engraçado.
É a história de uma menina chamada Lolita que deixa o namorado no meio do mato, pega um dinheirinho dele, dá um perdido no cara, foge com uma menina de oito anos, passa batom, vai para a balada de ônibus com a menininha e o namoradinho ainda vai atrás dela. Bizarro! Dá o play aí, é música francesa, mas é dançante!
Segunda-feira, Agosto 11, 2008
Vida #6
De volta do mundo dos mortos. Mas pronta para voltar pra lá novamente.Comprei o notebook. Ele abre e fecha, é preto, tem uma tela, teclado, aquele mouse estranho em que você deve ficar passando o dedo. Também tem aquela parte do mouse para rolar a tela. E uns adesivinhos do lado direito.
Não chegou ainda, mas eu tenho certeza que ele é assim. Para você ver como eu entendo de configurações de computador.
Hoje tem a primeira aula de francês. Estou nervosa, mas não é por causa disso. Ah, não vou dizer porque estou nervosa.
Sábado fui numa festa que tinha hóstia para comer. Legal! A foto aí é da festa, quem tirou foi o Moreno.
Domingo, Agosto 10, 2008
Marrom
Estas cores novas estão feias? Acho que eu não gostei.
Ontem teve festa, foi muito boa, hoje estou morta, mas comi carne louca da vó da Bárbara. As fotos deste post são do dia que passeei no Mercado Municipal, na Pinacoteca e no Museu da Língua Portuguesa.


Pelo menos vivi até experimentar o sanduíche de mortadela do Mercadão. Tchau que agora vou morrer.
Ah, comprei meu notebook!
Ontem teve festa, foi muito boa, hoje estou morta, mas comi carne louca da vó da Bárbara. As fotos deste post são do dia que passeei no Mercado Municipal, na Pinacoteca e no Museu da Língua Portuguesa.


Pelo menos vivi até experimentar o sanduíche de mortadela do Mercadão. Tchau que agora vou morrer.
Ah, comprei meu notebook!
Quinta-feira, Agosto 07, 2008
Ainda falta falar
Do Newton Faulkner.É um hippie loiro cabeludo de bigode estranhíssimo que tem piolho, certeza.
Mas as músicas dele são muito boas!
Muito boas!
"Dream Catch Me" (a que começa a tocar quando o MySpace abre) é a que eu mais gosto.
Só que todas são boas. Menos a última do único disco dele. Acho que é porque é a última música, e eu fico me lastimando e pensando em não ouvir tudo de novo para não enjoar tão fácil.
Vou enjoar? Certamente. Mas espero que esta tática de ouvir o disco inteiro só uma vez por dia funcione e ele lance outro antes de eu começar a achar chato.
A saga da compra do shampu de morango
Fui ao supermercado ontem para comprar um shampu novo. Fiquei meia hora olhando para as prateleiras tentando encontrar uma porcaria de vidro de shampu que dizia "para cabelos extremamente oleosos". Só achei um. De morango.
De morango com extrato de hortelã orgânica. O shampu não faz mal pro cabelo, não foi testado por animais, tem selo da Associação Vegan Internacional, tem um outro selo que não entendi o que estava escrito e segue os princípios da medicina avryuédica, blas, algo assim.
Mais correto que isto, nem eu!
Então resolvi comprar o tal de shampu de morango com extrato de hortelã orgânica. Só para não comprar um shampuzinho, levei três sabonetes de morango também. Nunca tinha visto. Acho que gente cheirando a morango tá na moda.
E lá fui pra fila. Daquelas de 15 produtos, caixa rápido.
Tinha umas 56,3 pessoas naquela fila. E tinha um cara com 98,37 produtos dentro do carrinho dele. Maloqueiro.
Mas eu enfrentei a fila. Fiquei meia hora pensando em mil bobagens, ouvindo a conversa dos outros (ai, como as pessoas gostam de falar de trabalho! Até em fila de supermercado) e na fila, sempre na fila.
Quando chegou minha vez, vi uma revista de decoração com "100 dicas para ambientes pequenos". Fiquei interessada, afinal moro em um cubículo.
E eu, com toda a minha destreza, segurando um vidro de shampu e três sabonetes, tentei pegar a revista. Na hora que consigo, o shampu cai, a tampa se solta, shampu de morango com extrato de hortelã para todos os lados. Que vergonha!
Acho que fiquei vermelha. E eu nem lembro onde é que foi parar a revista. Só sei que não levei. Não ia dar sorte mesmo.
Mas o shampu eu comprei. Já usei. Aprovado.
De morango com extrato de hortelã orgânica. O shampu não faz mal pro cabelo, não foi testado por animais, tem selo da Associação Vegan Internacional, tem um outro selo que não entendi o que estava escrito e segue os princípios da medicina avryuédica, blas, algo assim.
Mais correto que isto, nem eu!
Então resolvi comprar o tal de shampu de morango com extrato de hortelã orgânica. Só para não comprar um shampuzinho, levei três sabonetes de morango também. Nunca tinha visto. Acho que gente cheirando a morango tá na moda.
E lá fui pra fila. Daquelas de 15 produtos, caixa rápido.
Tinha umas 56,3 pessoas naquela fila. E tinha um cara com 98,37 produtos dentro do carrinho dele. Maloqueiro.
Mas eu enfrentei a fila. Fiquei meia hora pensando em mil bobagens, ouvindo a conversa dos outros (ai, como as pessoas gostam de falar de trabalho! Até em fila de supermercado) e na fila, sempre na fila.
Quando chegou minha vez, vi uma revista de decoração com "100 dicas para ambientes pequenos". Fiquei interessada, afinal moro em um cubículo.
E eu, com toda a minha destreza, segurando um vidro de shampu e três sabonetes, tentei pegar a revista. Na hora que consigo, o shampu cai, a tampa se solta, shampu de morango com extrato de hortelã para todos os lados. Que vergonha!
Acho que fiquei vermelha. E eu nem lembro onde é que foi parar a revista. Só sei que não levei. Não ia dar sorte mesmo.
Mas o shampu eu comprei. Já usei. Aprovado.
Quarta-feira, Agosto 06, 2008
Back for the post!
Back! Vamos por tópicos:
- Continua um tanto difícil dizer que não tenho um telefone fixo. Números de telefone fixos te dão a sensação de que, agora sim, você tem uma casa. Eu tenho uma casa, mas não tenho telefone fixo. Amo o lugar que moro, mas falta o telefone fixo. Tem outros problemas também. Às vezes as pessoas me ligam de madrugada, mas minha bateria do celular sempre acaba de madrugada. E eu acabo perdendo a noite (não é um pensamento freak do tipo "ai, meu telefone tem de estar ligado o tempo inteiro, porque vai que alguém liga?". É que as pessoas têm um costume bizarro de fazer umas ligações de madrugada).
- Continua difícil dizer também que não tenho televisão. Mas já falei demais sobre isso aqui, chega né. Só uma coisinha: estou perdendo todos os seriados, todas as fofocas de TV. E ontem, na novela-mor da Globo, uma tal de Flora foi descoberta a assassina. Não sei quem a Flora matou. Mas eu acho que mesmo se tivesse TV não assistiria novela. Continuaria não sabendo quem é essa tal de Flora. E nem quem foi a vítima.
- Começo as aulas de francês no dia 11, próxima segunda-feira.
- Ontem na academia deu tanta preguiça... Fiz 55 minutos de esteira e bicicleta, a bateria do meu MP3 acabou no meio da bicicleta (acho que as baterias não gostam de mim, sempre acabam em horas oportunas), e as pessoas pareciam zumbis fazendo exercício físico para manter os músculos putrefatos em ordem. Horrível. Ainda colocaram um CD do Skank (eu nem lembrava que isso existia), com direito a Jackie Tequila e outras pérolas, como aquela música do futebol, bola-na-trave-não-altera-o-placar.
- Mas eu vou hoje. Vou sim.
- Só que antes vou passar no supermercado. Tenho de comprar um shampu novo, este que comprei que jura ser anticaspa (ai, nem tenho tanta caspa assim!) e que controla oleosidade é uma porcaria e detonou minhas belas madeixas brilhantes. Vou achar um que não deixa resíduo.
- Faz tempo que não vou a Goiânia. E acabei de saber que um amigo meu vai para lá, o Maripas. Que saudade!
- Continua um tanto difícil dizer que não tenho um telefone fixo. Números de telefone fixos te dão a sensação de que, agora sim, você tem uma casa. Eu tenho uma casa, mas não tenho telefone fixo. Amo o lugar que moro, mas falta o telefone fixo. Tem outros problemas também. Às vezes as pessoas me ligam de madrugada, mas minha bateria do celular sempre acaba de madrugada. E eu acabo perdendo a noite (não é um pensamento freak do tipo "ai, meu telefone tem de estar ligado o tempo inteiro, porque vai que alguém liga?". É que as pessoas têm um costume bizarro de fazer umas ligações de madrugada).
- Continua difícil dizer também que não tenho televisão. Mas já falei demais sobre isso aqui, chega né. Só uma coisinha: estou perdendo todos os seriados, todas as fofocas de TV. E ontem, na novela-mor da Globo, uma tal de Flora foi descoberta a assassina. Não sei quem a Flora matou. Mas eu acho que mesmo se tivesse TV não assistiria novela. Continuaria não sabendo quem é essa tal de Flora. E nem quem foi a vítima.
- Começo as aulas de francês no dia 11, próxima segunda-feira.
- Ontem na academia deu tanta preguiça... Fiz 55 minutos de esteira e bicicleta, a bateria do meu MP3 acabou no meio da bicicleta (acho que as baterias não gostam de mim, sempre acabam em horas oportunas), e as pessoas pareciam zumbis fazendo exercício físico para manter os músculos putrefatos em ordem. Horrível. Ainda colocaram um CD do Skank (eu nem lembrava que isso existia), com direito a Jackie Tequila e outras pérolas, como aquela música do futebol, bola-na-trave-não-altera-o-placar.
- Mas eu vou hoje. Vou sim.
- Só que antes vou passar no supermercado. Tenho de comprar um shampu novo, este que comprei que jura ser anticaspa (ai, nem tenho tanta caspa assim!) e que controla oleosidade é uma porcaria e detonou minhas belas madeixas brilhantes. Vou achar um que não deixa resíduo.
- Faz tempo que não vou a Goiânia. E acabei de saber que um amigo meu vai para lá, o Maripas. Que saudade!
Segunda-feira, Agosto 04, 2008
Correria, mano!
Fiz um milhão de coisas enquanto não estive por aqui, postando.
Conheci um monte de lugares. Eu tinha esquecido de falar do Ibirapuera, mas eu também conheço agora o Museu da Língua Portuguesa (com exposição sobre Machado de Assis), o Mercado Municipal (comprei cerejas in natura! Muito gostosas! E pau de canela, só para misturar o leite de um jeito bem chic), o café da Pinacoteca (depois de um passeio tão cultural assim, nada de entrar na Pinacoteca! Muita cultura pra uma só tarde de ressaca intensa!)
Fiz um monte de coisas, fui em um monte de lugares e terminei de ler os livros que estão aí na coluna da esquerda. Para dizer a verdade minha listinha de livros deu uma avançada grande...
Um dia eu paro aqui direito e conto o que fiz... No dia anterior. Porque eu já terei esquecido do que fiz nestes dias sem tempo de postar.
Conheci um monte de lugares. Eu tinha esquecido de falar do Ibirapuera, mas eu também conheço agora o Museu da Língua Portuguesa (com exposição sobre Machado de Assis), o Mercado Municipal (comprei cerejas in natura! Muito gostosas! E pau de canela, só para misturar o leite de um jeito bem chic), o café da Pinacoteca (depois de um passeio tão cultural assim, nada de entrar na Pinacoteca! Muita cultura pra uma só tarde de ressaca intensa!)
Fiz um monte de coisas, fui em um monte de lugares e terminei de ler os livros que estão aí na coluna da esquerda. Para dizer a verdade minha listinha de livros deu uma avançada grande...
Um dia eu paro aqui direito e conto o que fiz... No dia anterior. Porque eu já terei esquecido do que fiz nestes dias sem tempo de postar.
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