sexta-feira, 31 de dezembro de 2004

Último dia do ano - é hora de fazer um balanço do que aconteceu. Não sou muito fã das retrospectivas, mas a gente muda a palavra e assim fica parecendo menos chato.

Balanço:

Janeiro foi um bom mês, passei a virada do ano em Camboriú, me empaturrando de comida e tirando fotos com um cara gay. Vi um monte de fogos lindos, fiquei bronzeada (foi a última vez no ano que tomei sol), fui no Ibiza e vi o tal do GateCrasher, corri da chuva, comprei brincos lindos - e quase todos já sumiram ou quebraram.

Fevereiro foi o mês de voltar, antecipadamente, ao estresse do terceiro ano. Mas ainda bem que este estresse do final do ano passado só iria durar dois meses, já que a única preocupação que tive em 2004 relacionada à faculdade foi em arrumar um estágio. Quarto ano! O último. Já tinha um plano de fazer um trabalho de conclusão de curso, só faltava arrumar alguém pra fazer isso comigo. E encontrei a Maria Cristina.

Março foi o mês das aulas começarem. Uma bagunça na hora de fazer a matrícula. Pela primeira vez na vida cheguei cedo na faculdade, mas não adiantou muita coisa. Só perdi boas horas de sono aquele dia. Mas pelo menos eu revi alguns colegas... Foi até legal. Ainda estava fazendo estágio na assessoria da UFG, mas queria sair de lá logo... Ainda mais depois que as vagas foram abertas, depois do pessoal do ano anterior se formar...

O mês mais estressante do ano foi, sem dúvida, abril. Já comecei grilada, sem saber como arranjar um estágio legal, numa assessoria interessante. Tive a minha maior crise sobre ser ou não jornalista, mas resolvi não pensar muito sobre isso, pois não gosto muito de assuntos inacabados. Pois então, se estava no último ano da faculdade, por que desistir de tudo logo agora? É continuar adiante, nem que seja tratando mal muita gente, principalmente as antendentes do IEL e do Ciee. Foi o mês em que o Fernando terminou comigo, por dizer que a gente estava brigando demais. Fiquei mal no dia, mas pelo menos chorei todas as lágrimas necessárias para que não houvesse outros assuntos inacabados. A Nádia, a Meiry e a Débora me ajudaram muito, pediram pra eu ligar pra casa e avisar que iria almoçar com elas no restaurante de comida preparada no fogão a lenha. No final do mês as coisas mudaram: arrumei um estágio no Dermu/Compav. Não é lá uma das melhores assessorias, mas pelo menos o salário fez com que eu decidisse a ficar por lá mesmo.

E chega o mês do meu aniversário. O projeto de final de curso começa a aparecer, as reuniões com a Angelita também, líamos muitos livros e comentávamos sobre eles. Conheci o Luiz e o Eden, que mudaram minha visão sobre música eletrônica. Foi a última vez que fui a uma trance - pra comemorar meu aniversário - e desta vez prestando real atenção à música e as pessoas da festa. Tinha que ter mudado mesmo meus conceitos antes de começar a fazer um programa sobre algo que adoro: música eletrônica. E tenho certeza que eles mudaram pra melhor... Trance é algo que nem merece ser comentado. Maio também foi quando entrei com o processo pra tirar carteira de motorista. Aulas teóricas à noite em um lugar não muito legal: a Avenida Anhanguera, no Centro. Morria de medo, mas foi uma semana apenas. Além disso eu fiz uma amiga legal, mas nem lembro o nome da menina. Pelo menos se um dia eu a encontrar na rua, de preferência dirigindo o carro que ela tinha ganho, vou reconhecer. No último dia do mês, passei na prova teórica do Detran e ainda tirei a fotinha da minha futura carteira provisória.

Em junho teve FICA. Me aproximei muito mais da Débora, que se tornou uma grande amiga, torci pros meninos da minha sala, dancei forró com o pessoal do terceiro ano no Morro do Macaco Molhado. Subi o morro da cruz só pra ver a cidade inteira lá de cima, pra me arrepiar com a vista e com a música que vinha lá debaixo. No final do mês fiquei toda preocupada com a tireóide, mas não foi nada além de um susto. Foi quando eu dei rata com a Paula e fiquei me sentindo a última das paias por ter feito isso.

Entrevista com o Patife (que veio junto a um autógrafo), com o Andy, a Sabrina, o Anderson Noise... O GEF (09/10 de julho) foi muito bom mesmo, valeu o cansaço que eu senti no final da maratona dos dois dias lindos que passei atrás de DJs, produtores, organizadores, jornalista-assessora-mais-ou-menos-com-ego-super-avançado...

Em agosto Débora e eu preparamos nossas malas e fui conhecer São Paulo. A cidade deixou a desejar, já que imaginava algo lindo, moderno, chiquérrimo. Cidade fedorenta, de gente estranha, de milhões de mendigos. Mas pelo menos lá tem a galeria Ouro Fino e os flyers mais bonitos que já vi. Consegui juntar um dinheiro e com a ajuda da minha avó eu comprei um computador novo, que quebrou todos os galhos este ano. Principalmente em relação ao projeto de conclusão de curso. O programa entrou no ar com muitos problemas, mas pelos menos nasceu. Agosto foi também o mês em que conheci o Carlos pela Internet, e depois descobrimos que ele é meu vizinho, estudou comigo a vida inteira, faz aniversário poucos dias depois do meu, saiu numa foto velha minha - de bicão, é claro, hehe.

Em setembro dei uma adiantada no trabalho de conclusão, fiz umas entrevistas legais com o Andy e o Ink. O 870 BPM tornou-se mais maduro.

Outubro, antes de completarem-se dois meses, o namoro com o Carlos terminou. Claro, depois de toda aquela euforia sobre as coincidências acabarem, vimos que não tínhamos mesmo muito a ver um com o outro. E outra coisa: ele não gostava de mim do jeito, segundo ele, ideal. Tudo bem. Voltei a chorar tudo o que tinha pra chorar e voltei a me recorrer à Lidiane. Nada que me deixasse triste por muito tempo, pois afinal, resolvi abandonar todos os estresses. Tudo o que eu queria a partir daquele momento era deixar as coisas seguirem, nada de ficar remoendo passado.

Novembro foi o mês mais especial, valeu pelo ano inteiro. Podem até pensar que estou exagerando, mas foi o mês que conheci uma pessoa extremamente importante. Está mudando muito mesmo a minha vida, fazendo eu me sentir muito muito feliz mesmo. Dia 13 de novembro. O dia que mudou tudo. O dia que a minha vida parou, sorriu pra mim e depois começou a passar mais lentamente, mas com a sensação de que tudo é muito rápido. O Thiago foi um presente pra mim, é uma pessoa que sinto saudade o tempo inteiro. Se não vamos beber água juntos, por exemplo, eu já fico com saudade. Coisas inéditas acontecem comigo.

Dia 28 de dezembro eu terminei o contrato com o Dermu. Agora estou desempregada e sem estudar. Sou uma quase vagabunda, se não fosse a minha preocupação em arrumar emprego o mais rápido possível. Afinal, se não estou fazendo nada, logo penso em comer e comprar coisas. Mas por enquanto só quero pensar no reveillon. Nada de fazer muitos planos para o ano que vem também, coisa que sempre faço no início de cada ano. Só sei que vou tentar o mestrado na metade dele, terei tempo de preparar um pré-projeto bem feito.

sábado, 25 de dezembro de 2004

Este Natal foi muito bom. Minha família inteira estava de TPM - menos eu! Quase todo mundo chorou, porque meus tios vão se mudar pro Tocantins, e tinha muita gente faltando lá, como a Caroline e o Luciano. Mas o resto da festa foi ótima.
Eu saí com o meu pai, dei uma camisa preta toda chic pra ele (agora posso comprar) e o Davi saiu comigo. Bom que ele ligou em casa pra me perguntar o que eu queria de amigo secreto e eu nem desconfiei que era ele. Mas ele falou que teve trabalho em conseguir encontrar a tal da roupinha de celular que eu pedi. Hoje eu consegui vesti-lo com a roupinha preta nova. Ficou lindinho! E combina com a minha nova bolsa, que acabei de comprar na feirinha da lua.

Comi feito uma porca, acho que estou muito gulosa ultimamente. Mas a comida estava boa... A sobremesa preparada pela tia Marta então, nem se fala...

Hoje abri minha caixa do yahoo e tinha 50 e-mails! Que abuso! Tudo por causa dos paus que sempre ocorrem no Natal. Tinha 20 mensagens iguais do Orkut. Meu celular também não estava prestando até umas 3 da tarde.

Ainda continuo com sonhos malucos. Acordei ontem gritando porque tinha sonhado que estava brigando com a Caroline. Ela agarrou-se ao meu pescoço e eu fiquei tentanto unhá-la. Levei o maior susto, mas continuei dormindo. Ontem a noite, quando entrei no elevador do prédio, indo pra festa de Natal na casa do meu tio, reparei que estava com uma baita marca de unhada no pescoço, hehe
Eu sou assim. Às vezes eu lembro de coisas que parecem sonhos, e outras vezes eu penso que estou sonhando mas é pura realidade.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2004

Eis que no meio de um mundo cinza, surge um coração vermelho (tambores, por favor)





Agora sim eu sinto que confio - pra falar a verdade eu sinto isso desde o primeiro dia. Sei que meu coração não está brincando desta vez. E agora ele deixou de ser tão cinza.

O problema é sentir saudades duas vezes, hehehe
Talvez não seja tão problema assim. Às vezes é bom sentir ansiedade







Essa semana foi muito boa. Muito mesmo.
Segunda eu finalmente gastei a minha rifa do Montana. Eu arrumei uma companhia "mais ou menos" pra ir comigo, e a gente comeu até comida japonesa.
Terça, depois de uma seção Harry Potter, fomos parar no Naturale, ficamos prestando atenção na conversa de dois senhores de idade e duas senhoritas faceiras que os acompanhavam.
Quarta a gente ficou por aqui mesmo...
E hoje ele foi embora. Só pra eu ficar com saudade².
É muito bom conversar com alguém com tanta naturalidade, como se eu o conhecesse há muito tempo. É ótimo conseguir uma intimidade que muita gente pensa que só se consegue depois de uma certa convivência.

sábado, 18 de dezembro de 2004

Hoje finalmente teremos o especial do Fatboy Slim. Com as músicas novas e tudo o mais. Muito legaizinhas as músicas, apesar de muita gente criticar o novo CD dele. Ah, gosto de Fatboy. Também tem Fernanda Porto e seu novo álbum (só consegui gravar metade das músicas).

Essa semana foi muito light. Como agora sou uma ex-estudante (ou melhor, quase, porque ainda não peguei o diploma, hehe), não tenho mais que ir a faculdade, assistir aula, e isso aliviou muito os meus horários. Quer dizer: ainda tenho que passar lá pra entregar o trabalho impresso pra Angelita, antes que acabem todas as atividades de lá este ano. Meu estágio está acabando e quero arrumar um emprego o mais rápido. Acho que não vou aguentar ficar sem fazer nada. Vou pensar em gastar dinheiro, e eu não quero ser uma pessoa consumista.

Quando fico muito tempo sem fazer nada, minha cabeça se ocupa em pensar em gastar. Que horror. Não que eu seja uma socialista não-praticante, mas é feio gastar demais com coisas tão fúteis. Eu devia mesmo era comprar um gravador pra mim. Porque daqui a pouco começa a Mega Pulse (!!!) e eu nem tenho gravador pra entrevistar os meus idolos DJs. Só que isso não é tão problema assim. Eu vou pegar emprestado da rádio de novo.

Hoje a Mega Pulse será muito legal, eu espero. Tomara que a pista dos Djs bons seja na área interna do ginásio, e a trance na externa. E essa chuva não vai acabar tão cedo, e não vai dar pra ninguém ficar do lado de fora, esperando o sol nascer. Aí os tranceiros de plantão serão obrigados a ouvir música boa debaixo de uma proteção contra a forte chuva, longe dos incensos, maconhas e pertinho dos raios lasers. E então a partir daí o 870 BPM será ouvido por multidões goianienses, hehehe
Eu e meus planos mirabolantes...
Hummm e daqui a pouquinho tem a festa do Thiago pra comemorar seu anos de "veiera". Ele vai passar a semana aqui em Goiânia! Que coisa boa!

quarta-feira, 15 de dezembro de 2004

Chegou o dia! Hoje é aniversário do Thiago! Que coisa fofa, cuti cuti, hehe
Mil beijocas pra ele. A pessoa que me faz a mais feliz... Ai ai... Tchururu e Lalala. Não tenho palavras

terça-feira, 14 de dezembro de 2004

Escrevendo deste jeito parece até que meu final de semana foi horrível. Mas não foi nada disso, Thiago. Meu namorado pode me levar pra onde ele quiser que vou gostar. Como eu já havia dito a ele, qualquer lugar fica bom quando ele é minha companhia. O problema (acho que isso não é problema...) é que a gente não consegue se desgrudar, então ficamos juntos até 4 da manhã, e nem vemos as horas passarem. E também não importamos muito, ainda mais que temos consciência de que o resto da semana não será assim, porque ele não mora aqui em Goiânia. E por isso meus finais de semana tem sido tão bons, e por isso espero ansiosamente por eles. Durante a semana eu só preciso trabalhar.

Amanhã é aniversário dele! Vai ficar mais idoso ainda! Olha uma foto nossa na casa da Camila, sábado passado, quando a gente jogou Imagem & Ação:



Falando em trabalho (estágio, pra ser mais sincera), aquela assessoria não tem mais ar condicionado. Antes eu vivia reclamando do frio daquela salinha que mal tem janelas, e agora eu reclamo do calor insuportável e o cheiro de jornal que me faz tonta. Ainda tem um cheirinho de cigarro, quando passa algum porco fumando por lá. Nunca tem nada pra fazer ali, mas quando surge algo, não tem ninguém pra me atender. O Dermu está largado às moscas, coisa horrível... E o pior é que eu que fico com a imagem ruim, porque não consigo atender a ninguém, e assim pensam que é incompetência minha. Estou tão nem aí pra isso que hoje quando cheguei as luzes estavam acesas. Eu acho que elas passaram o final de semana inteiro assim. E hoje quando saí de lá, voltei a não apagar as luzes. Fui lembrada por um funcionário que passou no ponto de ônibus e me avisou.

Tô nem aí mesmo...

domingo, 12 de dezembro de 2004

É isso. Já que a gente não apresentou o 870 BPM, sábado que vem ele TEM que ser lindão, senão eu grilo.Tomara que o Eden consiga a entrevista com o Jumbo Elektro, eu consiga baixar todas as músicas do Fatboy pra gravar o CD e terminar o texto, que ficou meia-boca,e a Mary faça a matéria da Fernanda Porto sobre o CD novo (Ô CD ruim! Não recomendo nem pro meu pior inimigo - se eu tiver um, hehe).

Agora estou postando da casa do Thiago, engordurando o teclado dele - estou comendo pipoca - esperando arrumar pra gente finalmente ir na Galeria. Consegui convencê-lo! (Acho)

Mudei algumas coisas na coluninha do lado aí, coloquei novos links, agora dos fotologs. Depois eu completo o resto.

Agora eu chego em casa todo final de semana depois das quatro da manhã... Ontem mesmo foi um dia destes... Isso porque fui a um Pit Dog, hehe

sexta-feira, 10 de dezembro de 2004

Acordei 10 horas, tomei café gravando o CD novo do Fatboy, fui pro Dermu - e cheguei lá na hora certinha - saí de lá um pouco mais cedo (3 da tarde, haha) e vim pra rádio.

Aqui, coloquei o Tião pra gravar uma fita com as músicas que estavam em MP3, fiz cinco laudas sobre o especial do Fatboy, que ficou legal e a Mary fez uma nota falando do show do Jumbo Elektro. Terminamos tudo antes das seis horas. Só que o Tião não quis gravar com a gente!!!!!!!! AHHHHHHHH!!!!!! Agora a Mary está terminando a programação musical de amanhã, e isso quer dizer que amanhã não tem programa...

Mas acho que mesmo assim o final de semana vai compensar...

quinta-feira, 9 de dezembro de 2004

Acabei de apresentar o trabalho com a Mary. Até que ficou bom, não foi muito chato, as músicas funcionaram direitinho, e tinha hora que dava vontade de sair dançando na última música, do Fischerspooner:

You don't need to
Emerge from nothing...


A Angelita elogiou o trabalho, cerca de 25 pessoas assistiram (o que é um número alto pra Facomb), tocamos cinco músicas e a apresentação foi no Power Point. Tudo numa chiqueza só. Saí de lá aliviada. Terminei a faculdade? Ah não! Não quero pensar sobre isso... Por enquanto eu fico pensando que não terminei porque ainda não imprimi a monografia. Mas e depois?

Só sei que não quero ficar parada. Estou pensando seriamente em montar um site. Alguém entra nessa comigo?

quarta-feira, 8 de dezembro de 2004

Estamos quase terminando a nossa apresentação no Power Point pra amanhã. Acho que vai ficar legal, a gente vai até tocar umas musiquinhas boas... Espero que todos vão pra lá. Assim eu e Mary não apresentamos pra ninguém né... Pelo que ouvi hoje da Débora, não existe mesa examinadora na faculdade, e nem a coordenação está participando das apresentações do pessoal da minha sala. Ela, por exemplo, só tinha como examinador o próprio orientador... Facomb é isso aí né... Mas até que vou ficar com saudade. Sexta talvez seja meu último dia lá. Quem sabe no ano que vem não resolvo fazer uma pós por lá, né? Só sei que não quero ficar parada muito tempo depois desta sexta.

Ao menos o programa não vai ficar parado. Neste sábado a gente vai ter mais uma edição do 870 BPM. Não percam! Eu só não defini as pautas ainda, hehe. Tudo bem, é quarta-feira, temos amanhã a tarde e sexta pra resolver isso.

Quero gravar o programa, porque sábado tem o amigo secreto do pessoal da sala. E depois quero ficar livre pra tomar conta da perna do Thiago... (é desculpa)

E pra vocês, senhores apreciadores de música eletrônica, um testezinho bem legal: clique aqui e descubra o quanto você entende de música eletrônica. Eu fiz oito pontos, errei duas perguntas. Tô na média, hehehe

Comentem dizendo quantos pontos fizeram.
O que eu estou fazendo a essa hora na Internet? Os porcarias dos meus vizinhos resolveram ligar o som deles no máximo. Se fosse pelo menos outra coisa a não ser sertanejo, axé e estas porcariadas... Estava dormindo achando bom.

Estou quase na metade do livro do Jô Soares, O Xangô de Baker Street. Até que é engraçado, apesar de ser meio clichezão. Depois de um ano que peguei emprestado do Davi, finalmente estou lendo. E ainda bem que estou quase na metade, hehe

Quinta-feira tem apresentação do meu Tcc. Quem estiver por ali na Facomb dá uma passada lá pra ver os micos históricos da Maria Cristina e da Ludmilla.

E sexta-feira (ou senão no sábado) tem Thiago! ÊÊÊÊÊ!!

segunda-feira, 6 de dezembro de 2004

Agora o meu blogger não dá login de jeito nenhum no computador da assessoria do Dermu, por isso quase não posto mais por aqui.

Mas a minha vontade é de postar a cada minuto, já que muitas coisas boas estão acontecendo comigo...
Um final de semana cada vez melhor do que o outro, e os meios da semana carregados de lembranças boas... Às vezes eu penso se isso está acontecendo comigo mesmo ou é só imaginação deste meu cérebro pifante. Acho que não é não, as coisas boas acontecem... Cedo ou tarde, sempre acontecem.
Comi demais neste fim de semana. Creme de coco, pão de queijo e rosquinhas com suco de acerola, pizzas, churrasco, crepes. E tudo isso em ótima companhia... Seja ouvindo jogo de futebol pelo rádio ou comprando bilhete na rodoviária. Tudo fica lindo, hehe

Ah, ganhei um celular novo da minha mãe e vou sair no Raddar sábado falando da minha coleção de flyers. Chic demais, não? Só espero não ser filmada com aquela câmera girando e a luzinha amarela ao fundo.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2004

Mais do que um sábado e um domingo mais emocionantes do que o normal, também tive uma segunda e uma terça-feira muito boas.
Incrível sensação de que depois de muito tempo, eu fiz uma coisa certa.